quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

1000.

Venho ao teclado e não sai nada.
Parece que minhas mãos vão criando e vida e escrevem coisas que, para mim, não fazem sentido.
Homem, mulher, amante, frio, seco, pobre ou rico.
Elas que escolhem.
Mil personagens.
Mil maneiras de ver o mesmo fato.
Mil interpretações.
Mil Bárbaras.
Enfim,
talvez minhas mãos apenas me revelem os segredos que eu nem sei que guardo.

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