quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

que saudade da tua mão na minha e da tua respiração quente no meu rosto; que saudade de sentir meu coração batendo.
e o que é que a gente faz quando quer permanecer no erro?
esse amor já não era conveniente: o amante não podia amar tanto e o amado não podia receber tanto amor.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

um poema em branco que, por mais que não tenha sentido, teima em sair de mim.
como um lágrima que a gente segura tanto que dói a garganta.
não aguentei a dor,

domingo, 2 de janeiro de 2011

Quando os pensamentos virarem palavras deixarão de ser apenas eco de uma mente embaraçada.

Oi queridos destinatários =) nunca falei diretamente com vocês, né? Até porque, na verdade, eu acho que vocês não existem.. hehe. Afinal, nunca mandarei as cartas, certo? Não.
Começo de ano é sempre assim: vou juntar dinheiro, vou programar uma viagem, vou estudar muito, vou emagrecer. Não sei vocês, mas minhas resoluções de ano novo são sempre furadas. E eu até gosto disso. Sei lá, não faço metade das coisas que programo e o ano é incrível. E eu acho que é incrível justamente por eu não coseguir fazer o que planejei e acabar fazendo um tantão de coisa que chega de surpresa. O tempero do meu ano é a surpresa. Adoro planejar, mas adoro mais ainda ser surpreendida, apesar de não gostar muito de revelar isso.. geralmente gosto de ter as situações no meu comando.
Enfim, mesmo com toda essa história de resoluções furadas, em 2011 quero que tudo que passar na minha cabeça embaraçada vire alguma coisa concreta. Não desejo fazer x ou y, desejo realizar o que, durante o ano, me der vontade.
Enfim, quero mandar minhas cartas.
Outra coisa é o destinatário recebê-las.


Não deixe 2011 escorrer como se fosse um sabonete molhado: agarre-o com tudo!